



No momento histórico da abertura e da mudança, a escola é um instrumento de suma responsabilidade na formação das consciências.
... se a dialogicidade penetrar em suas práticas, se os currículos ocultos corresponderem aos manifestos e se os educadores tiverem a coragem de deixar os seus alunos errarem, para discutir com eles o erro, haverá alguma esperança de mudança, num horizonte que entre nós há apenas o amanhecer, afirma WERNECK (1992).
Ao contrário, acontece o que discorre GINOTT (1973). “Prezados professores, sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver:
Câmaras de gás construídas por engenheiros FORMADOS;
Crianças envenenadas por médicos DIPLOMADOS.
Recém-nascidos mortos por enfermeiras TREINADAS.
Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados em COLÉGIOS e UNIVERSIDADES.
Assim, tenho minhas dúvidas a respeito da Educação.
Meu pedido é este: ajudem seus alunos a tornarem-se humanos.
Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados.
Aprender a ler, a escrever, aprender aritmética só são importantes quando servem para fazer nossos jovens mais humanos.
Na conjuntura dos fatos amigos docentes, peçamos ao ONIPOTENTE!
“Que Deus nos dê forças para mudar as coisas que podem ser mudadas;
Serenidade para aceitar as coisas que não podem mudar; e sabedoria para perceber a diferença, mas Deus nos dê, sobretudo, coragem para não desistir daquilo que pensamos estar certo.” (Whester W. Némitz)
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